Carta para Valéria Tarelho
26 de janeiro, 2011 © Publicado por Dani Lima
Val,
nem sei o que dizer.
Gostaria que estivesses em meu lugar, aí saberias a sensação maravilhosa que é receber um poema de ti.
Muitos beijos.
Jorge
Publicado originalmente no site Usina de Letras em 28/07/2002
Resposta ao Daniel
26 de janeiro, 2011 © Publicado por Dani Lima
Quando li a tua carta
Fiuza , eu fiquei feliz
Por que sei que de um mestre
Se escuta tudo que diz
Mas não se esqueça parceiro
Foste meu mestre primeiro
E sempre serei um aprendiz.
Jorge Sales
Publicado originalmente no site Usina de Letras em 05/10/2002
Parabéns Milene Adler
26 de janeiro, 2011 © Publicado por Dani Lima
Parabéns Milene Arder
Quase nasces no Natal
Muita fé, muita saúde
E amor que é natural
Parabéns para nós outros
Pela graça merecer
De contigo conviver
Hoje nós agradecemos
O teu poema de molho
Teu cordelzinho faceiro
Todo este teu tempero
Mais real que imaginário
E de quebra desejamos
Um feliz aniversário
Jorge Sales
Publicado originalmente no site Usina de Letras em 16/12/2002
Carta a Nicio Lacorte
4 de agosto, 2009 © Publicado por Dani Lima
Nicio, muito obrigado
Obrigado pelo chimarrão
Pela recepção
Pelo macarrão
Pelo dvd do dinossauro
Pela salada
Pela couve
E até pelo assalto
O assalto que não houve
Por tudo que me disseram
E também pelas flores
As flores que não vieram
Pelo jogo que eu ganhei
Pelos passeios que amei
Pelos torresmos que não comi
Pelos lugares que não vi
Pela beleza de tua cidade
E mais que tudo isto
Por tudo que tenho visto
É ter a tua amizade.
Jorge Sales
Publicado originalmente em 08/12/2001 no site Usina de Letras
Indagação
28 de julho, 2009 © Publicado por Dani Lima
Hoje acordei com o sentimento inalterado.Não saem de minha cabeça:teu sorriso,teus olhos,tua boca,teu jeito,quase tudo em ti.
Não entra na minha cabeça: porque sinto tanta falta de ti hoje, se eu nem te conhecia ontem?
Jorge Sales
Publicado originalmente em 09/12/2001 no site Usina de Letras
Teus olhos
16 de julho, 2009 © Publicado por Dani Lima
Hoje pensei em ti com a saudade de sempre. Lembrando teu rosto,constatei nunca haver percebido antes com a nitidez de agora… teus olhos. Fixos,como querendo olhar além da imagem.Grandes, como tua disposição para enfrentar um novo dia de trabalho. Lindos como este dia que agora aqui se inicia.Indecisos como tua paixão do dia a dia. Doces como o sorriso de uma criança.Indefinidos como o futuro que teimas em não fazer. Dependentes como a espera de um acontecer, deixando em mim uma indisfarçável indignação: por que estes olhos não me enxergam?
Jorge Sales
Carta publicada originalmente em 26/11/2001 no site Usina de Letras

