Viagens

2 de julho, 2007 © Publicado por Jorge Sales

Música: Jorge Sales e Rubenio Marcelo | Canta: Airton Lopes
Ouça a música:

Já viajei  tantas terras
Andei por todas cidades
Já levei deixei saudades
Percorri país afora
Nos mais distantes rincões
Andei mundo ponta a ponta
Destilei mil corações
No entanto só agora (Bis)
Disso tudo me dou conta

Já passei por tanto mato
Percorri tantas estradas
Vasculhei tantas vielas
Vivi cores, aquarelas…
Que até perdi a conta
No entanto só agora
Disso tudo me dou conta

Montei em tanto cavalo
Andei de trem e de carro
Várias vezes fiz de conta
Neste mundo de meu  Deus
Vivi noites , vivi dias
Visitei tantos amigos
Que a muito eu não via
Fui valente eu fui rei
No entanto só agora
Finalmente te encontrei
Eu te encontrei…

Eu hein!

23 de junho, 2007 © Publicado por Jorge Sales

Música: Jorge Sales e Alvinho Assunção | Canta: Fabiana Barreto
Ouça a música:

 

Em mim às vezes bate a saudade
Hoje, pra variar, não foi diferente
Ontem à noite percorri toda cidade
De panamá e jeito de adolescente
Fugindo das sombras…

Relembrei meus tempos de mocidade
Eu pensei fosse o meu próprio gerente
Mas hoje, de mim senti piedade
Acho que ando um pouco displicente
Rabiscando a lousa…

Representando agora em meu teatro
Abro a carteira e tiro teu retrato
E num abraço zonzo te chamo meu bem
Imóvel e linda não respondes minha fala,
Que cala também.

Pensando bem, conversar com teu retrato,
Solitário nesta sala, eu hein!

Pensando bem, conversar com teu retrato,
Solitário nesta sala, eu hein!

Claridade

8 de junho, 2007 © Publicado por Dani Lima

Música: Jorge Sales e Felipe Ferraz | Canta: Felipe Ferraz
Ouça a música:

Não vou intoxicar meu espírito
Minha vida será um mar fecundo
Meu pensamento será sempre positivo
de boas lembranças será sempre oriundo

Agora vou mudar daqui pra frente
Não quero saber de negatividade
Serei planta que dá semente
de amor e também muita bondade

Vou dormir e acordar na claridade
Meu dia será pleno de atitudes
Vou me vestir de plena felicidade
Prometo serei cheio de virtudes

Se algum dia eu estive diferente
No amor assino embaixo
Vou buscar a luz do sol no seu poente
Alma branda com atitude no meu rito

Sonho imprevisível

31 de maio, 2007 © Publicado por Jorge Sales

Jorge Sales e Denise Dalmacchio | canta: Denise Dalmacchio
Ouça a música:

Sonhei que tinha sonhado
Um sonho imprevisível
Nele podia voar
Ir a qualquer lugar
De forma quase invisível

Procurando o teu convívio
Com fome do teu carinho
De modo quase perfeito
A sorrir e a cantar
Aportei-me nos teus braços
Adormeci no teu peito
Pra nunca mais acordar

Ancorado no teu colo
Mesmo estando adormecido
E apesar de não te ver
Sussurrei no teu ouvido
Agradecido aos deuses
Por ter sonhado contigo

O vento então se calou
O mar cessou seu rugido
A estrela se apagou
Eu fiquei embevecido
Quando um abraço silente
Selou o encontro da gente

Minha casa de ferreiro não tem espeto de pau

27 de maio, 2007 © Publicado por Dani Lima


Vocês se lembram da música da parceiria Jorge Sales e Rogerinho Borges que foi classificada para o Primeiro Festival da Canção de Vila Velha? Pois bem, na época, em virtude das regras do Festival não podíamos publicar a música aqui. Mas agora que o Festival passou, ouçam o delicioso forró “Minha casa de ferreiro não tem espeto de pau” cantada por Rogerinho Borges! :)

Nunca levo desaforo pro meu lar
Minha vida hoje é um livro aberto
Tenho oásis que habitam meu deserto
Nunca ando mais pra lá do que pra cá.
Sempre sei o novo passo que vou dar
Meu sol brilha e isso é um bom sinal
Sou do bem muito mais do que do mal
Na seresta viro logo seresteiro
Fotografo teu sorriso lisonjeiro
Minha casa de ferreiro não tem espeto de pau.

Eu sei bem o que é melhor pra minha vida
Engoli sapo e com isso aprendi
Não intrigo e nem gosto de um tititi
Aos amigos sempre dou boa guarida.
Minha estrada vejo que é bela avenida
No começo bem no meio ou no final
Só se vive uma vez e afinal
Meu destino é viver como um guerreiro
Fotografo teu sorriso lisonjeiro
Minha casa de ferreiro não tem espeto de pau.

Madeira de dá em doido

22 de maio, 2007 © Publicado por Jorge Sales

A primeira gravação da mais nova música de Jorge Sales em parceria com Denise Dalmacchio.
Ouça a música | Canta: Denise Dalmacchio

Eu sempre sei o que sou
Desde sempre e antigamente
De mim não sou divergente
Sempre acreditei no amor
Madeira de dá em doido 
Eu sou madeira-de-lei 
Sou forte, sou resistente  
Sempre sou independente 
Foi assim que me criei

Eu sempre sei o que sou
Penso assim sempre e agora
Tristeza chega vou embora
Nada mais vale que o amor
Eu nunca aceito agressão
Mas não sou valente não
Seja do jeito que for
Agindo deste maneira 
Aí banco o pau-pereira 
E não estimulo o agressor.

Acalento

18 de janeiro, 2007 © Publicado por Dani Lima

Jorge Sales e DiMorais | Canta: DiMorais

Ouça a música:

És fonte do meu desejo
Passeias em meu pensamento
Quando quero não te vejo
Te busco em todo momento
O amor passa pelo beijo
é o amanhã do sentimento

Tu és tudo que almejo
Minha canção, meu acalento
Tu és tudo que almejo
Minha canção, meu acalento

Mas minhas roupas estão longe das tuas
E quando pouso tu flutuas
Se chego tu vais embora
Perdemos o compromisso
E pior que isso, mais que isso
Nosso beijo perdeu a hora

Tu és tudo que almejo
Minha canção, meu acalento
Tu és tudo que almejo
Minha canção, meu acalento

Amorosamente Cedo

13 de janeiro, 2007 © Publicado por Jorge Sales

Jorge Sales e Rogerinho Borges | Canta: Denise Dalmachio

Ouça a música

Têm coisas que não entendo
Que vêm com tanto mistério
Às vezes até compreendo
É uma questão de critério

Pra que tanto segredo
Se o meu medo
Não é de caso pensado
Pra que tanto mistério
Se o medo que bate em minha porta
Tornou este caso sério

O medo aprontou em minha vida
E nessas vindas e idas
O amor sem fazer segredo
E sem alarde
Já chegou tarde
Amorosamente, cedo

Segredo do Vento - Gravação ao Vivo

9 de janeiro, 2007 © Publicado por Dani Lima

Rogerinho Borges e Jorge Sales | Canta: Rogerinho Borges
Gravado ao vivo no dia 03 de janeiro em Show no Espaço Estação Porto

Eu queria ser o vento
Ventar coisas sem sentido
Cantarolar ao seu ouvido
Com uma gama de intento
Passear pelo teu corpo
Viver este grande momento
Com o mais puro sentimento
Até que enfim perceberes
Que o vento apareceu
Com expressão de surpresa
Dentro de tua beleza
Esqueça teus afazeres
Pois este vento sou eu.

Morro do Penedo

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo e Jorge Sales | Cantam: Johnny Paz e Rubenio Marcelo

Primeiro vieram os tanques,
Perfuradores, tambores,
Exércitos ianques, fossos, poços,
Poças e seus cômodos:
Vizinhos incômodos…

Depois, aquele grande navio
Debaixo da ponte
Em direção ao monte,
Sem consulta prévia, plesbicito,
No berro, no grito,
Pedaços de ferro,
Guindastes enormes…

Amanhã, não sei o que vem;
Vista bonita não faz falta a ninguém.
A mim só me resta o medo,
Um grande tormento… lamento…
O que será do Penedo?
O que será?…
O que será do Penedo?

Rio de Janeiro

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo e Jorge Sales | Canta: Marcão

Rio de Janeiro a janeiro tem
mil belezas pra você!
Rio de Janeiro a janeiro tem
mil belezas pra você!

E um sol tão perenal
num céu-turquesa de cristal
convida a todos para o mar…
o mar… o mar…

Amar esta cidade tropical
é algo sobrenatural
é alquimia secular!

e São Sebastião
E Nossa Senhora da Glória
dão proteção à sua história
e abençoam corações!

E o Cristo Redentor
no corcovado a nos mostrar
alforjes de magia
nas noites, tardes e manhãs…

Com Eros e Orfeu
a sua noite vai chegar
trazendo os raios do luar
em maravilhas-talismãs!

O que faço

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo e Jorge Sales | Canta: Johnny Paz

Você é uma mulher
Igual às outras
Que passam por mim
Todo dia santo
Mas quando se manifestou
Deu-se o encanto…

Eu sou um home
Igual aos outros
Que nesse universo
Da vida faz ponto
Mas quando me manifestei
Deu-se o encontro

E agora que eu lhe encontrei
O que faço, como acho a majestade?
se nunca fui seu rei…
O que faço com a saudade
De um passado que não e meu?
O que faço com a lembrança
daquilo que nunca aconteceu?
… Do que nunca aconteceu?

Praia da Costa

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo, Barbosa Lima e Jorge Sales | Canta: Barbosa Lima

Tens o dom de encantar
Feliz quem ouve o teu som
o som que vem do teu mar
Praia da Costa
Vila Velha te pariu
Com teu jeito eloqüente
Como é linda a tua gente
Teu sol brilha intensamente
No coração do Brasil

Nosso Morro do Moreno
Te contempla noite e dia
Um farol que te ilumina
Com a bênção de Santa Luzia

Recurso da Alegria

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo e Jorge Sales | Canta: Johnny Paz

Se no limiar da vida
Tens um triste acontecer
Não é a vez do lamento
Como possa parecer
Já nasce contigo a paz
Não importa o sofrimento
Mas o que dele se faz!

O desnudamento do sonho é o fato pioneiro
Depois em a depressão, que é um chute certeiro;
O resto são consequências
Apenas reminiscências…

O fogo cruel esfria,
a água morna é ducha fria
Tudo se minimiza com o recurso da alegria.
E vem enfim a alvorada,
o canto da passarada,
O toque dos inos e outros mimos…
E saber por que acontece nem carece;
E, salvo engano,
Que se danem os desenganos…

Sina de Vaqueiro

28 de novembro, 2006 © Publicado por Jorge Sales

Rubenio Marcelo, Barbosa Lima e Jorge Sales | Canta: Barbosa Lima

Lá vai o vaqueiro levando a boiada
no curso da estrada, estrada de chão…
Estrada de chão, sossega o peão;

Lá vai o vaqueiro levanto o passado,
levando o seu gado, buscando o futuro…
Sua caminhada na base do tudo,
do tudo ou do nada.

…Tantas luas se passaram,
tantos rios na paisagem,
tanto mato, tantas vidas…
Quantas saudades sentidas!

E vai o vaqueiro seguindo os caminhos,
enfrentando espinhos, buscando razões
ao seu caminhar, sabendo na ida
que tem que voltar.

Lá vem o vaqueiro voltando pra casa
pra seu bem abraçar…
Sua meninada, seu amor, sua fada;
buscar a boiada que tem de levar;
reunir a boiada pra recomeçar…