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	<title>Jorge Sales - Poeta, Cordelista e Compositor</title>
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	<link>http://jorgesales.com.br</link>
	<description>Site do compositor, poeta e cordelista Jorge Sales - especialista em literatura popular.</description>
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		<title>4 anos de site, 2 anos sem Jorge</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes últimos 20 dias, passaram duas datas muito importantes para este site e que merecem registro: 30 de outubro este site completou 4 anos no ar e em 14 de novembro completaram 2 anos que Jorge nos deixou. Fico feliz em manter este site, preservando a memória e o trabalho de Jorge, mesmo que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes últimos 20 dias, passaram duas datas muito importantes para este site e que merecem registro: 30 de outubro este site completou 4 anos no ar e em 14 de novembro completaram 2 anos que Jorge nos deixou.</p>
<p>Fico feliz em manter este site, preservando a memória e o trabalho de Jorge, mesmo que não consiga mais atualizá-lo tão frequentemente. Mas para marcar estas duas datas que passaram, publico este cordel, escrito por Jorge na ocasião do falecimento do poeta popular Patativa do Assaré e publicado originalmente no site Usina de Letras. A homenagem, prestada de forma carinhosa por Jorge, vale agora para ele mesmo – um pedaço do Maranhão, doce como mel que agora é estrela.<br />
<strong><br />
A Deus Chico ,a Deus Patativa</strong><br />
Morre um pouco do cordel<br />
Os cordelistas de luto<br />
O mundo fica mais bruto<br />
Foi-se doce como mel<br />
Numa viagem pro céu<br />
Seguindo Chico Xavier<br />
Acredite se quiser<br />
Um pedaço do nordeste<br />
Virou estrela celeste<br />
Patativa do Assaré</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong></p>
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		<title>Quero aprender cordel</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cordéis]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Quero aprender cordel 2. Para mostrar na Usina 3. Brilhar qual estrela no céu 4. Ser cordelista , minha sina 1. Quero aprender cordel Deixar a timidez de lado Quem lambuza o pincel É pintor atrapalhado Cordel de uma nova era 2. Para mostrar na Usina Se o aluno não prospera O professor não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Quero aprender cordel<br />
2. Para mostrar na Usina<br />
3. Brilhar qual estrela no céu<br />
4. Ser cordelista , minha sina</p>
<p>1. Quero aprender cordel<br />
Deixar a timidez de lado<br />
Quem lambuza o pincel<br />
É pintor atrapalhado</p>
<p>Cordel de uma nova era<br />
2. Para mostrar na Usina<br />
Se o aluno não prospera<br />
O professor não ensina</p>
<p>Com jeito de bacharel<br />
Com pinta de professor<br />
3. Brilhar qual estrela no céu<br />
Pós-graduado , doutor</p>
<p>Vocês verão quem eu sou<br />
Não tomo banho de tina<br />
Meu futuro é promissor<br />
4. Ser cordelista , minha sina</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Originalmente publicado no site Usina de Letras em 17/01/2002</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Benvindo se finzifiu</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2011/01/26/benvindo-se-finzifiu/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cordéis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao iniciar de um ano Chegou um cara importante Que cruzou todo oceano Vindo de terras distantes Pra ser nosso salvador E o que é mais importante Trazer muita paz , amor O nome dele era Benvindo E a multidão aplaudindo O seu grande benfeitor Gritando seja bem-vindo Benvindo seja bem-vindo Seja você de onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao iniciar de um ano<br />
Chegou um cara importante<br />
Que cruzou todo oceano<br />
Vindo de terras distantes<br />
Pra ser nosso salvador<br />
E o que é mais importante<br />
Trazer muita paz , amor</p>
<p>O nome dele era Benvindo<br />
E a multidão aplaudindo<br />
O seu grande benfeitor<br />
Gritando seja bem-vindo<br />
Benvindo seja bem-vindo<br />
Seja você de onde for<br />
Benvindo plante uma flor</p>
<p>Benvindo brote as idéias<br />
Sejam novas ,sejam velhas<br />
De Marte ou do exterior<br />
Já que és benvindo no nome<br />
Benvindo este é o homem<br />
Honesto e independente<br />
Se preciso, irreverente</p>
<p>Seja bem-vindo Benvindo<br />
Benvindo prá presidente<br />
Venha e bote prá quebrar<br />
Bem-vindo neste lugar<br />
A nossa terra querida<br />
O que serão de nossas vidas<br />
Sem você para plantar</p>
<p>Plantar nossas esperanças<br />
Colher queridas crianças<br />
Com futuros grandiosos<br />
Benvindo seja bem-vindo<br />
Benvindo seja brioso<br />
Bem–vindo seja seu nome<br />
Este é o nosso homem</p>
<p>Benvindo era bem vivido<br />
Eta sujeito bem vivo<br />
Benvindo seu nome artístico<br />
O nome mais que perfeito<br />
Como todo bom político<br />
Do nosso país varonil<br />
Benvindo se finzifiu</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Publicado originalmente no site Usina de Letras em 04/01/2002</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta para Valéria Tarelho</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas]]></category>

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		<description><![CDATA[Val, nem sei o que dizer. Gostaria que estivesses em meu lugar, aí saberias a sensação maravilhosa que é receber um poema de ti. Muitos beijos. Jorge Publicado originalmente no site Usina de Letras em 28/07/2002]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Val,<br />
nem sei o que dizer.<br />
Gostaria que estivesses em meu lugar, aí saberias a sensação maravilhosa que é receber um poema de ti.<br />
Muitos beijos.<br />
Jorge</p>
<p><em>Publicado originalmente no site Usina de Letras em 28/07/2002</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resposta ao Daniel</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2011/01/26/resposta-ao-daniel/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando li a tua carta Fiuza , eu fiquei feliz Por que sei que de um mestre Se escuta tudo que diz Mas não se esqueça parceiro Foste meu mestre primeiro E sempre serei um aprendiz. Jorge Sales Publicado originalmente no site Usina de Letras em 05/10/2002]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando li a tua carta<br />
Fiuza , eu fiquei feliz<br />
Por que sei que de um mestre<br />
Se escuta tudo que diz<br />
Mas não se esqueça parceiro<br />
Foste meu mestre primeiro<br />
E sempre serei um aprendiz.</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Publicado originalmente no site Usina de Letras em 05/10/2002</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parabéns Milene Adler</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas]]></category>

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		<description><![CDATA[Parabéns Milene Arder Quase nasces no Natal Muita fé, muita saúde E amor que é natural Parabéns para nós outros Pela graça merecer De contigo conviver Hoje nós agradecemos O teu poema de molho Teu cordelzinho faceiro Todo este teu tempero Mais real que imaginário E de quebra desejamos Um feliz aniversário Jorge Sales Publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Milene Arder<br />
Quase nasces no Natal<br />
Muita fé, muita saúde<br />
E amor que é natural</p>
<p>Parabéns para nós outros<br />
Pela graça merecer<br />
De contigo conviver</p>
<p>Hoje nós agradecemos<br />
O teu poema de molho<br />
Teu cordelzinho faceiro<br />
Todo este teu tempero<br />
Mais real que imaginário<br />
E de quebra desejamos<br />
Um feliz aniversário</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Publicado originalmente no site Usina de Letras em 16/12/2002</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inspirado em Jorge Sales</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2010/01/21/inspirado-em-jorge-sales/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 11:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Roda de Prosa e Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felipe Lobo dos Santos Felipe escreveu esta poesia inspirado na letra &#8216;Destino dos ventos&#8217; de Jorge Sales: Capa de valentia dos ventos, mestre e vela quando necessários, Assim não sendo, É coração o leito do rio. Da crua situação sertaneja, nas pedras entalhadas dos calores para o único desfecho de pedra polida. Nas margens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Felipe Lobo dos Santos</strong><br />
Felipe escreveu esta poesia inspirado na letra <a href="http://jorgesales.com.br/2006/11/28/destino-dos-ventos/" target="_blank">&#8216;Destino dos ventos&#8217; </a>de Jorge Sales:</p>
<p>Capa de valentia dos ventos,<br />
mestre e vela quando necessários,<br />
Assim não sendo,<br />
É coração o leito do rio.<br />
Da crua situação sertaneja,<br />
nas pedras entalhadas dos calores<br />
para o único desfecho de pedra polida.<br />
Nas margens do coração<br />
tudo é circunstância de todas as águas.<br />
Dos olhares, &#8216;sobredestinos&#8217; de suas fontes,cristalinos,<br />
são pescadores das mesmas profundidades dos rios<br />
a que se lançam profecias de marés.<br />
Os frutos das pescarias,<br />
que são das vidas mareadas,<br />
como estas são um só<br />
e para serem sempre um só<br />
e não serem solitários,<br />
escolhem entre os destinos<br />
serem oceânicos,<br />
São porque não há,<br />
neste mundo,<br />
nem nos próximos,<br />
embarcação que talhando as ondas,<br />
cicatrize suas águas.<br />
Que elas sabem aproveitar<br />
o mesmo embalo de mãe tormenta<br />
para fazerem-se enquanto deslizar<br />
e entre os quereres e o destino,<br />
o seu firmamento.</p>
<p><strong>Felipe Lobo dos Santos</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poema para Jorge</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2010/01/18/poema-para-jorge/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 14:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Roda de Prosa e Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Graça Ribeiro Poema em homenagem a Jorge, enviado por sua amiga Graça Ribeiro em 14/01/2010 Gosto de escrever ouvindo música Hoje o tic tac do relógio imaginário pôs imagem do passado no caminho livros antigos e página do dicionário pularam de dentro do meu armário A memória é um poema adormecido basta ouvirmos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Graça Ribeiro</strong><br />
<em>Poema em homenagem a Jorge, enviado por sua amiga Graça Ribeiro em 14/01/2010</em></p>
<p>Gosto de escrever ouvindo música<br />
Hoje o tic tac do relógio imaginário<br />
pôs imagem do passado no caminho<br />
livros antigos e página do dicionário<br />
pularam de dentro do meu armário</p>
<p>A memória é um poema adormecido<br />
basta ouvirmos o que o silêncio diz<br />
e a palavra tenta dizer ao aprendiz<br />
para não parar no meio da estrada<br />
desvios são os desatinos da jornada</p>
<p>Os óculos perdidos em cima da mesa<br />
grãos de café sobre a folha amarelada<br />
trouxeram presença do tempo vivido<br />
lembranças já um pouco desbotadas<br />
com o sabor de um amor tão querido</p>
<p>Tornamo-nos apaixonados pelo verso<br />
mas o tempo desta vida nos separou<br />
agora ele é estrela em outro universo<br />
o que ficou foi o que nunca terminou<br />
o amor pela poesia que nos aproximou </p>
<p>Dedicado ao amigo Jorge Ribeiro Sales que agora é saudade.<br />
<strong>Graça Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz Natal</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2009/12/22/feliz-natal-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cordéis]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprendi que os Reis Magos Com a luz da estrela guia Iluminando o caminho Encontraram a estrebaria Onde estava O Deus menino Nosso rei nosso divino Jesus , filho de Maria Queira Deus que esta luz Mostre o sentido do bem Para toda a humanidade E os anjos digam amém Que voltemos a sonhar Peito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendi que os Reis Magos<br />
Com a luz da estrela guia<br />
Iluminando o caminho<br />
Encontraram a estrebaria<br />
Onde estava O Deus menino<br />
Nosso rei nosso divino<br />
Jesus , filho de Maria</p>
<p>Queira Deus que esta luz<br />
Mostre o sentido do bem<br />
Para toda a humanidade<br />
E os anjos digam amém<br />
Que voltemos a sonhar<br />
Peito aberto para o amar<br />
Não falte nada a ninguém</p>
<p>Um mundo feito sem guerra<br />
Peço em oração ao Senhor<br />
Que nos dê hoje e sempre<br />
Muita humildade e amor<br />
Saúde , brilho , amizade<br />
Muita fé , dignidade<br />
Aos olhos do redentor</p>
<p>Os sentimentos inúteis<br />
Deixemos todos de lado<br />
Peço ao senhor nosso pai<br />
Perdão aos nossos pecados<br />
Que seja muito natural<br />
O bem vencedor do mal<br />
Jesus prá sempre louvado</p>
<p>Busquemos o novo sonho<br />
Busquemos o sonho antigo<br />
Que Deus a todos proteja<br />
A todos dê bom abrigo<br />
Muita paz ,muita alegria<br />
Um Natal todos os dias<br />
E um mundo só de amigos</p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Cordel publicado originalmente na <a href="http://www.usinadeletras.com.br" target="_blank">Usina de Letras</a> em 22/12/2002.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>1 ano</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2009/11/14/1-ano/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje completa um ano que Jorge Sales nos deixou. Parece pouco, o tempo passou passou rápido, levando embora a tristeza inicial e deixando mais fortes as memórias felizes. Parece muito, o tempo se arrastou em cada dia que não pudemos contar com a companhia e conversa de Jorge e castigou nosso peito de saudades. Infelizmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje completa um ano que Jorge Sales nos deixou. Parece pouco, o tempo passou passou rápido, levando embora a tristeza inicial e deixando mais fortes as memórias felizes. Parece muito, o tempo se arrastou em cada dia que não pudemos contar com a companhia e conversa de Jorge e castigou nosso peito de saudades.</p>
<p>Infelizmente eu tenho tido menos tempo para atualizar este site do que gostaria. Mas neste dia, convido vocês a navegarem pelo site e lembrarem algumas das belas obras de Jorge, como: <a href="http://jorgesales.com.br/2008/09/09/sonho-sonhado-2/">Sonho sonhado</a>, <a href="http://jorgesales.com.br/2007/12/15/solidao-2/">Solidão</a>, <a href="http://jorgesales.com.br/2008/12/31/vamos-cantar-qualquer-coisa/">Vamos cantar qualquer coisa</a>, <a href="http://jorgesales.com.br/2008/06/17/vida-de-cordel/">Vida de Cordel</a>, <a href="http://jorgesales.com.br/2008/12/20/luana-lua-de-ana-musica-inedita/">Lua de Luana</a>, <a href="http://jorgesales.com.br/2008/02/07/desencanto-2/">Desencanto</a> e tantas outras que vocês podem encontrar neste site.</p>
<p>Convido também a lembrar a homenagem dos amigos de Jorge em seu último aniversário: <a href="http://jorgesales.com.br/2008/06/11/jorge-cantador/">Jorge Cantador</a>, quem esteve lá lembra de como Jorge ficou feliz e emocionado com a homenagem.</p>
<p>A memória de Jorge continua viva na sua obra, neste site e em todos os visitantes que vêm apreciar sua poesia, cordéis e músicas. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um ano Sem Jorge Sales: Um Poeta Maranhense</title>
		<link>http://jorgesales.com.br/2009/11/14/um-ano-sem-jorge-sales-um-poeta-maranhense/</link>
		<comments>http://jorgesales.com.br/2009/11/14/um-ano-sem-jorge-sales-um-poeta-maranhense/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto de José Lemos Jorge foi um daqueles maranhenses que não nasceram no seio das famílias ricas e influentes. Aquelas famílias em que os filhos e as filhas, para conseguirem algo da vida, precisam do empurrão dos pais ou de amigos, e que sempre encontram uma forma de aboletarem-nos próximo aos cofres públicos. Meninos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de José Lemos</em></p>
<p>Jorge foi um daqueles maranhenses que não nasceram no seio das famílias ricas e influentes. Aquelas famílias em que os filhos e as filhas, para conseguirem algo da vida, precisam do empurrão dos pais  ou de amigos,  e que sempre encontram uma forma de aboletarem-nos próximo aos cofres públicos. Meninos e meninas mimados “bem nascidos” (será que foram mesmo?) que sempre tiveram tudo o que quiseram como presente dos papais ricos, às vezes até o destino de gerações.  E não fizeram por menos: aproveitaram para enriquecer, tendo nos cofres públicos, e não no talento, a sua fonte única de conquistar mais riqueza material. Seu grande objetivo na vida.</p>
<p>Ao contrario, Jorge “ralou” para conseguir o seu lugar ao sol, que conquistou de forma brilhante. Ainda adolescente já ganhava a vida ensinando matemática e honradez para  garotos mais novos do que ele. Morava no Caminho da Boiada, entre a Coréia e a Macaúba, Jorge, por aquela época, já mostrava talento na construção de versos que sugeriam o seu grande potencial poético que viria com o tempo.</p>
<p>Estudante do velho Liceu Maranhense, ainda no Ginásio, mudou-se para a casa do Pai no Rio de Janeiro, deixando em São Luis, com a promessa  de buscar depois, a mãe e a irmã mais nova. Promessa que, mais tarde cumpriria com muita dificuldade. O recomeço de todos na grande cidade foi difícil. Nada, contudo, que arrefecesse o ímpeto e a vontade que sempre  teve para estudar. Sabia que aquela era a única saída para quem nascera sob as suas condições.</p>
<p>Formou-se em Engenharia Têxtil e logo foi trabalhar numa empresa que produzia roupas intimas femininas. A sua vida começava a mudar.  Casou com moça de boa índole, teve três filhas. Mas a vida sempre prega das suas. Transcorridos dez anos de trabalho, eis que recebe a informação de que estava demitido. </p>
<p>Triste, mas não abatido, recomeçava a sua vida estudando duro para fazer concurso público. Conseguiu aprovação, com destaque, no da Receita Federal e foi trabalhar no Espírito Santo. Teve uma carreira brilhante que o levou ao topo das posições naquele órgão pela sua competência, lisura e empatia que lhe proporcionava uma capacidade incrível de aglutinar pessoas em torno de si. Depois fez vestibular, e foi aprovado, para o curso de Matemática seu sonho acalentado por longos anos.</p>
<p>Bem posicionado, pôde finalmente dá vazão ao poeta que deixara de lado para  cuidar do seu futuro e da sua família. O seu talento foi logo notado e reconhecido. Viajou por vários Estados mostrando poesias, cordéis,  músicas&#8230;  Nos finais de semana, junto com outros colegas de Vila Velha, Espírito Santo, lecionava, como voluntario, em cursos preparatórios para concursos que tinham pessoas carentes como clientela.</p>
<p>Mas em 2007 uma doença traiçoeira lhe pegou. Como todo parasita, a doença burra chega e se aloja no organismo, dele se alimenta e o vai destruindo aos poucos. No começo de forma assintomática, depois com mais agressividade, até levá-lo ao óbito causando muita dor tanto para quem a tem como para a família. Com a morte do organismo, também morrerá o parasita, num processo sinérgico autofágico e estúpido.</p>
<p>Assim pereceu o meu  professor Jorge no dia 14 de novembro de 2008 no pique dos 63 anos. Os maranhenses não conheceram a sua obra em vida, mas poderão fazê-lo depois da sua morte entrando na sua pagina na internet. Ali encontrarão versos, cordéis, músicas e perceberão também como ele foi querido longe da sua terra. Chegará um dia em que o Maranhão reconhecerá quais são e quem foram, de fato, os seus filhos talentosos. Pena que no caso do Jorge, e de tantos outros, quando isto vier a acontecer, eles não poderão mais testemunhar. Descansa em paz meu irmão! Fostes  um  vitorioso!</p>
<p>=========</p>
<p>*José Lemos escreve aos sábados no Jornal O Imparcial de São Luis, Maranhão. Professor Associado na UFC.  www.lemos.pro.br. </p>
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		<title>Para Sal, alegre ou triste?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 12:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sal, tenho que confessar<br />
que nunca vou te entender.<br />
Ontem te vi tão tristinha,<br />
jeito de tanto sofrer<br />
que até cheguei a pensar<br />
que teu mal fosse de amor.<br />
E hoje, tão alegrinha,<br />
tu vens tirar pra dançar<br />
um elegante senhor?</p>
<p>Eu só posso deduzir<br />
- e isso eu faço a sorrir –<br />
que és bem dura na queda,<br />
difícil mais forte achar<br />
e, nascida para amar,<br />
ninguém te transforma em pedra. </p>
<p><strong>Jorge Sales</strong><br />
<em>Publicado originalmente em 18/03/2002 no site <a href="http://www.usinadeletras.com.br">Usina de Letras</a></em></p>
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